quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Video Parafilias


http://www.youtube.com/watch?v=ZQSMoQLiG0g&feature=youtu.be

Bibliografia

Betto, F. (2003). Patologia do Exibicionismo. Obtido de http://alainet.org/active/4537&lang=es

Carvalho, D. e Baptista, I. A. (2004), Educação Social Fundamentos e estratégias. Porto Editora. Porto.

Ceccarelli, P. (s.d). Exibicionismo. Obtido de http://ceccarelli.psc.br/artigos/portugues/html/exibicionismo.htm

Corce.(1995). Pedofilia. Obtido de http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedofilia

Costa, A. (s.d). Inicio->Sexo->Frotteurismo. Obtido de http://www.leveiumpenabunda.com.br/m-froteurismo.html

Fernandes, J. C., 4ª Edição, Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais. American Psichiatric Association DMS-IV-TR, Climepsi Editores, p.566-576

Koch, A. Rosa, D. (s.d). Perversões Sexuais ou Parafilias. Obtido de http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?325 

Machado, R. (s.d). A Questão do Masoquismo Originário. Obtido de http://www.contemporaneo.org.br/artigos/artigo75.pdf

Manualmerck. (s.d). Masoquismo e Sadismo. Obtido de http://www.manualmerck.net/?id=113&cn=978

Ministério da Educação (2005b). Relatório preliminar do Grupo de Trabalho de Educação Sexual. Lisboa: Ministério da Educação

NetSaber Sexualidade. (s.d). Fetichismo. Obtido de http://sexualidade.netsaber.com.br/index.php?c=183



Reiesol, O. (s.d). Sadomasoquismo: causas e diagnóstico. Obtido de http://www.revisef65.org/portuguesereiersol.html

Revista Cult. (2010). Masoquismo hoje. Obtido de http://revistacult.uol.com.br/home/2010/03/masoquismo-hoje/

Ribeiro, V. (2008). Desvios Sexuais:Parafilias. Obtido de http://sexologia.clix.pt/?p=4762


Safatle, V.(s.d). O Fetichismo como dispositivo de crítica. Obtido de http://revistacult.uol.com.br/home/2010/03/o-fetichismo-como-dispositivo-de-critica

Vilaça, T.(2006). Acção e competência de acção em educação sexual: uma investigação com professores e alunos do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário. Obtido  de http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/6465

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Parafilias menos conhecidas

 
TRAMPLING
Fetiche que consiste no ato de um indivíduo ser pisado por uma ou mais pessoas, normalmente do sexo oposto, sendo mais comum uma mulher pisando num homem. O adepto desta parafilia sente-se excitado ao ser pisado por outra pessoa, descalça ou não, em várias partes do seu corpo, como peito, barriga e até mesmo cabeça e órgãos genitais. É muito comum o uso de salto-alto para a realização deste fetiche.

MENOFILIA
Esta parafilia indica as pessoas que tem excitação sexual por mulheres menstruadas

GERONTOFILIA
Define-se como atração sexual dos não-idosos pelos idosos. Pode ser a atração sexual de um homem jovem por uma mulher idosa (graofilia ou anililagnia), ou de uma mulher jovem por um homem idoso. Pode ser uma atração sexual e erótica hétero ou homosexual. Muitas vezes se observa que tal relação, mais que uma imposição libidinosa, tem outras motivações, como interesse econômico, busca de proteção, carência afetiva, complexo de Édipo ou complexo de Electra etc.

TRICOFILIA
É conhecido como o fetiche por cabelos e pêlos.

HIPÓFILIA
Trata-se de uma parafilia que resulta do desejo sexual por cavalos ou éguas.

MAIEUSOFILIA
Consiste em sentir excitação sexual com mulheres grávidas e/ou pela visualização de partos.

Papel do Educador Social


O Educador Social estabelece-se, intervindo com as mais diversas faixas etárias (crianças, jovens, adultos, idosos) e nos mais diferentes contextos sociais, culturais, educativos e económicos. Com o objectivo prioritário a educação para a sociedade, isto é, educar para uma adequada inserção de indivíduo parafilíco na sociedade.
O Educador Social tem que estabelecer uma relação de confiança e segurança com os indivíduos, com a finalidade de mudar a relação entre utentes e o meio, tem que ter conhecimento mínimo sobre as diversas parafilias para puder saber o que fazer, como fazer e não agir à toa. Temos que respeitar os indivíduos, independentemente, das suas orientações sexuais pois só assim seremos capazes de criar uma relação de compromisso, aceitação, confiança e cooperação.
No nosso entender, o individuo parafilíco não é o “problema”, mas sim a falta de capacidade de autonomia, de adaptação, de compreensão, de aceitação por parte da família. Cada família tem os recursos necessários para resolver o “problema”, o que por vezes acontece, é que esses recursos não estão activados, passando por aqui o papel do Educador Social visto que, por vezes, estas famílias não sabem como lidar com a situação, fazem o que melhor podem.

Voyeurismo


Segundo a classificação internacional dos distúrbios mentais o foco parafílico do Voyeurismo envolve o acto de observar indivíduos, geralmente estranhos, sem que estes suspeitem que estão a ser observados, que estão nus, a despir-se ou em actividade sexual. O acto de observar ("espiar") serve à finalidade de obter excitação sexual, e geralmente não é tentada qualquer actividade sexual com a pessoa observada.
O orgasmo, em geral produzido pela masturbação, pode ocorrer durante o Voyeurismo ou mais tarde, em resposta à recordação do que o indivíduo testemunhou.
Frequentemente, esses indivíduos fantasiam uma experiência sexual com a pessoa observada, mas isto raramente ocorre na realidade. Na forma severa, o acto de espiar constitui a forma exclusiva de actividade sexual.
O início do comportamento voyeurista geralmente ocorre antes dos 15 anos e o curso tende a ser crónico.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Frotteurismo

Podemos definir Frotteurismo como: “atitude de um homem que para obter prazer sexual, necessita tocar e esfregar o seu pénis numa outra pessoa completamente vestida, sem o consentimento dela, excitando-se e masturbando-se nessa ocasião” (Costa, s.d). Isso é mais comum em locais onde há grande concentração de pessoas, por exemplo, autocarros, metros, etc
O indivíduo com esta parafilia esfrega os seus genitais contra coxas e nádegas ou acaricia com as mãos a genitália ou os seios da vítima para se excitar sexualmente, e procurar a masturbação ali mesmo.
Este transtorno sexual pode ser manifestado de forma:
*      Leve, onde a pessoa apresenta o transtorno, mas consegue manter uma relação sexual ou mesmo ligar-se afectivamente;
*     Moderado, muito raramente mantém uma relação sexual preferindo-se esfregar e/ ou se exibir para se excitar e se masturbar. Podendo ocorrer, já nesse estágio um prejuízo social.
*     Grave, onde toda a sua sexualidade é direccionada para prática do Frotteurismo na sua totalidade. E, nesses casos, há um acentuado comprometimento com as suas actividades sociais e ocupacionais. Na área afectiva, então, há um sofrimento intenso.

Para tratar uma pessoa com esse tipo de parafilia, primeiramente ela precisa aperceber-se e reconhecer que precisa de ajuda. São pessoas muito resistentes à mudança de comportamento, por isso as dificuldades nos tratamentos, que requerem medicamentos para alívio da ansiedade, e psicoterapia, baseada na abordagem cognitivo - comportamental, que visa o reacondicionamento de um comportamento sexual saudável, que não traga sofrimento à pessoa. (Costa, s.d)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Pedófilia


Podemos definir Pedofilia como um desvio sexual "caracterizado pela atracção por crianças, com os quais os portadores dão vazão ao erotismo pela prática de obscenidades ou de actos libidinosos" (Croce, 1995, cit in Wikipédia).
Esta parafilia envolve pensamentos e fantasias repetitivas ou actividade sexual com crianças menores de 13 anos de idade.
Está muito associada a casos de incesto, ou seja, a maioria dos casos de pedofilia envolve pessoas da mesma família. Em geral, o acto pedofilico consiste em toques, carícias genitais e sexo oral, sendo a penetração menos comum.
Hoje em dia, com a expansão da internet, fotografias de crianças têm sido divulgadas com bastante facilidade e frequência, sendo que ao olhar para essas fotografias, de forma frequente e repetida, com finalidade de se excitar e masturbar consiste em pedofilia. (Koch & Rosa, s.d).

Fetichismo Transvéstico

O foco parafílico do Fetichismo Transvéstico envolve que a pessoa parafilica vista roupas do sexo oposto.
Geralmente, o homem com Fetichismo Transvéstico tém uma colecção de roupas femininas, que usa intermitentemente. Estes, normalmente, vestem as roupas femininas enquanto se masturbam, imaginando-se tanto como sujeito masculino quanto objecto feminino de sua fantasia sexual. Este transtorno tem sido descrito apenas em homens heterossexuais.
O Fetichismo Transvéstico não é diagnosticado quando uma pessoa se veste com roupas do sexo oposto exclusivamente durante o curso de um Transtorno da Identidade de Género. Os fenómenos transvésticos variam desde o uso ocasional e solitário de roupas femininas até o extenso envolvimento em uma subcultura transvéstica. Alguns homens usam um único item de vestuário feminino (por ex., roupa íntima ou cinta-liga) sob as roupas masculinas, outros homens com o mesmo transtorno vestem-se inteiramente como mulheres e usam maquilhagem.
Quando o homem com fetichismo transvéstico não está transvestido, em geral, é irreparavelmente masculino. Embora a sua preferência básica seja heterossexual, tende a ter poucas parceiras sexuais e pode ter-se envolvido em actos homossexuais ocasionais.
Um aspecto associado pode ser a presença de Masoquismo Sexual.
Nesses casos, o uso de roupas femininas torna-se um antídoto para a ansiedade e depressão ou contribui para um sentimento de paz e tranquilidade.

Fetichismo


O foco parafilico do Fetichismo implica o uso de objetos inanimados («fetiches» ou «feitiços»). Entre os objetos mais comuns encontram-se as cuecas das mulheres, soutiens, meias, sapatos, botas ou outras peças de vestuário. A pessoa com Fetichismo masturba-se frequentemente enquanto segura, esfrega ou cheira o objeto ou pode solicitar ao seu parceiro para vestir o objecto durante os seus encontros sexuais (American psychiatric Association, 2006). Assim, no Fetichismo, o meio preferido ou único de atingir satisfação sexual é manipulando e/ou observando objectos, não animados, intimamente associados ao corpo humano ou peças de vestuário feitas de borracha, cabedal ou seda, para mencionar apenas os mais comuns.
Habitualmente o fetiche é necessário ou fortemente preferido para a excitação sexual e a sua ausência pode provocar disfunção erétil (American psychiatric Association, 2006).
Os fetiches sempre fizeram parte da sociedade desde muito tempo, e as várias personalidades ilustres da nossa história podem ser citadas, como por exemplo, o filósofo alemão Goethe que nutria verdadeira adoração pelos pés da sua mulher e o líder nazista Adolf Hitler que gostava de observar a sua amante Eva Braun deitar-se a seu lado apenas com uma lingerie de couro.
Desde que a excitação não esteja associada unicamente à presença do fetiche, não podemos rotulá-la de desvio ou inadequação sexual e sim como algo a mais para incrementar a relação e a libido, tornando a carga sexual muito mais intensa (Vladimir Safatle, s.d)